E então chegou o dia em que ele foi ter com ela para se despedir. Levava no coração a tristeza de a ver partir e a alegria de saber que ela voltaria e, embora se estivesse a despedir de duas pessoas diferentes numa só, prometera a si próprio agir como se fosse apenas uma delas. Levava algo para lhe dar, algo que representava um pouco de si. Gostaria de ficar com algo dela, mas não o disse. "Espero que corra tudo bem", disse-lhe ele. «Espero que sintas saudades minhas», pensou. Ele não precisou de lhe dizer que iria ter saudades dela, porque ela já o sabia, tal como sabia tantas outras coisas que ele não lhe podia nem devia dizer. Mas sim, ele iria sentir a falta daquelas duas pessoas que ela é, de ambas com a mesma intensidade, e aguardaria o regresso de ambas com a mesma vontade. Ele não queria que ela visse nele nada a não ser o sorriso e a boa disposição, para que assim tivesse vontade de voltar a vê-lo. Não queria mostrar tristeza nem sofrimento nem insegurança. E, por is...
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Trata-se da capa de um dos romances de Haggard, SHE, um dos meus livros preferidos.